segunda-feira, 8 de março de 2010
Brisa II
Voa vento
Voa brisa
Quero te seguir
Mesmo contra meu falso intento
Voa brisa
Voa vento
Não quero mais
Vida de momentos
Mas sim
Seu eterno
Fluir
Voa brisa
Voa vento
Acalma meus sentimentos
Ensina-me a caminhar
Voa vento
Voa brisa
Transforma
Renova
Minha vida
Seu eterno intento.
domingo, 7 de março de 2010
Suave brisa

Suave brisa
Leve as minhas dúvidas
Carregue os meus medos
Suave brisa
Refresque minha alma
Fria
Vazia
Suave brisa
Fale alto
Abra meus ouvidos
Minha mente
Suave brisa
Leve-me
Pelos campos
Caminhos de vida
Suave brisa
Quero teu encontro
Teu renovo
Teu sonho
Suave brisa
Não cesses
Vente
Dentro em mim.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Um encontro mortal
Abel, estava caminhando pela sua rota diária, ao encontrar Caim á sombra de uma árvore, parou e perguntou:
- O que fizeste hoje, meu amado irmão?
- Vaguei pelos campos, corri em meio as minhas plantações e colhi os mais belos frutos da terra.
Abel, com um olhar curioso, disse:
- Onde estão os tão belos frutos que colheste?
- Ora Abel, eu os comi, e de tão deliciosos, repeti.
Caim, com um semblante cansando, enconstou-se no tronco da árvore, seu estômago lhe pesava ao corpo.
Abel, cansado e faminto perguntou:
- Amado irmão, há ainda frutos dos quais eu posso comer?
- Sim, podes comer de todos. Respondeu Caim.
Abel amarrou uma bela ovelha que trazia consigo junto a mesma árvore. Depois, colheu alguns frutos e os comeu. Após descansar um pouco, levantou, desamarrou a ovelha e se preparou para continuar a caminhada, mas Caim logo o interrompeu, perguntando:
- Querido irmão, onde deves ir com tanta pressa?
- Ora meu amado irmão acaso hoje não é o dia do Senhor? Não devemos ofertar?
Caim ficou desesperado, saiu correndo pelos campos, e apressadamente colheu alguns frutos e saiu atrás de Abel que já estava longe dali. Ambos entregarram suas ofertas diante do Senhor.
No próximo dia, Abel seguiu novamente pelo seu caminho e ao encontrar Caim á sobra daquela árvore, perguntou:
- Meu amado irmão, há ainda algum fruto na terra que eu possa comer?
Caim, com um olhar pesado e estranhamente raivoso, respondeu:
- Acaso sou eu teu sustentador?
Abel, percebendo que seu irmão estava estranho, calmamente lhe respondeu:
- Mas meu amado irmão, tu sabes que.....
O som das palavras de Abel foram interrompidos com o som de seu corpo caindo ao chão. Ali mesmo, ele desfaleceu.
- O que fizeste hoje, meu amado irmão?
- Vaguei pelos campos, corri em meio as minhas plantações e colhi os mais belos frutos da terra.
Abel, com um olhar curioso, disse:
- Onde estão os tão belos frutos que colheste?
- Ora Abel, eu os comi, e de tão deliciosos, repeti.
Caim, com um semblante cansando, enconstou-se no tronco da árvore, seu estômago lhe pesava ao corpo.
Abel, cansado e faminto perguntou:
- Amado irmão, há ainda frutos dos quais eu posso comer?
- Sim, podes comer de todos. Respondeu Caim.
Abel amarrou uma bela ovelha que trazia consigo junto a mesma árvore. Depois, colheu alguns frutos e os comeu. Após descansar um pouco, levantou, desamarrou a ovelha e se preparou para continuar a caminhada, mas Caim logo o interrompeu, perguntando:
- Querido irmão, onde deves ir com tanta pressa?
- Ora meu amado irmão acaso hoje não é o dia do Senhor? Não devemos ofertar?
Caim ficou desesperado, saiu correndo pelos campos, e apressadamente colheu alguns frutos e saiu atrás de Abel que já estava longe dali. Ambos entregarram suas ofertas diante do Senhor.
No próximo dia, Abel seguiu novamente pelo seu caminho e ao encontrar Caim á sobra daquela árvore, perguntou:
- Meu amado irmão, há ainda algum fruto na terra que eu possa comer?
Caim, com um olhar pesado e estranhamente raivoso, respondeu:
- Acaso sou eu teu sustentador?
Abel, percebendo que seu irmão estava estranho, calmamente lhe respondeu:
- Mas meu amado irmão, tu sabes que.....
O som das palavras de Abel foram interrompidos com o som de seu corpo caindo ao chão. Ali mesmo, ele desfaleceu.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Um encontro incerto
Sem mais espera
Nem desespero
Totalmente
Me entrego
O susto
Rompe as barreiras
Afasta o estranho medo
O distante
Agora
Próximo
Não toco
Somente ouço
O preparo
Agora é passado
O presente
Ainda não compreendo
Caminho
Com um destino
Sonho não meu
Obedeço
Levo comigo
Um irmão
Palavras
Uma vara
Na mão.
Nem desespero
Totalmente
Me entrego
O susto
Rompe as barreiras
Afasta o estranho medo
O distante
Agora
Próximo
Não toco
Somente ouço
O preparo
Agora é passado
O presente
Ainda não compreendo
Caminho
Com um destino
Sonho não meu
Obedeço
Levo comigo
Um irmão
Palavras
Uma vara
Na mão.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Habacuque

Ainda que falte pão
Sobre minha mesa
E não seja um
Sucesso profissional
Ainda que meus sonhos
Se desfaçam como o vapor
E os meus amados
Me rejeitem
Ainda que a injustiça
Bata e entre em minha casa
E o meus pés desfaleçam
Na adversidade
Todavia
Eu me alegrarei no Senhor
E o louvarei com todo meu vigor.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Luís
Alegria
Primeiro ano
Medimos o tempo
Somente o medimos
Alegria
Um primeiro ano
Encontro
Um ano atrás
Novidades
A cada segundo
Descobertas
Muitas
Felicidade
Medimos?
Felicidade
Eterna
Entregue
Por Deus
Nos olhos
Nos abraços
Nos sorrisos
Com um nome
Um endereço
Meu sobrinho
Luís
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